Eu te…

Eu te lançaria essas pétalas de alvorada
se a covardia não te acompanhasse
por todo lado,
tu diriges o passo vulgar
confiaria o pentagrama de desilusão
a uma banda marcial de brócolis roxo
escuros como os óculos,
esperando por ti
no vão da noite

meu coraçao é pura lichia
não desanime
se áspero parece
à batida de teus dedos
Ò tique- taque do nós dós
teus dedos
quando gostaría de profaná-lo ainda – oh, não!-
desta vez eu me afundo.
nas profundezas de um kiwi
nas aftas da boca que grita

eu jogaria sobre ti
todo o mundo
na esperança de que, tendo escapado do perigo
tu possas olhar para trás
e sorrir para mim
astuto e zombeteiro
tào feliz e bastardo

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