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There’s something boiling, during these days, and it’s a new poetic anthology by me 🙂 Its name is “Cavalo Nero”, and its aim is to open myself to spiritual connections (which I crave). You’ll find it on Instagram and it’ll be 49 pages long (yes, like seven times seven, the number of endless cyclicity). It’s mostly written in English, but also in portoguese (I’m trying my hardest to learn it, especially the brazilian “version” of it) and italian. I

never take myself too seriously, but if anyone here in London feels like sharing a project, having a long chat about poetry or going to the Hindu Temple together, I’m in. Cheers :*

meu homem ideal devora o dicionário como almoço conhece os segredos das flores passa o tempo criando playlists para mim de artistas que não conheço cozinha pratos exóticos com nomes impronunciáveis que me fazem rir guarda as sementes de fruta para espalhá-las na minha sepultura ama haikus e meus boquetes o cheiro do mar depois da chuva o estrondo dos trovões que caem nas rochas acredita em horóscopos e em sonhos beija minhas dúvidas quando tenho frio acredita nas cores quando híbridas as busco num pôr do sol me censura se choro se interrompo uma risada para atender o telefone busca a poesia em tudo lê livros em várias línguas escuta ópera e funk sem sentir-se culpado me pega pelos tornozelos quando voo tão alto que explodo quando perco a linha de pensamento conectando-me apenas em uma bola de constrangimento nunca desiste escreve nas paredes que junto comigo só uma vida não será suficiente para consumir toda a felicidade que nutre em seu peito por me amar Aldo Quagliotti, "Cavalo Nero", page 10

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There were times in which I asked the wind to lick your nipples to make you die of joy those days when I was cuddling the idea of an escape by building a time machine challenging the impossible with my usual stubborness I'd have loved to hear you laughin' tying my arms around your chest tasting such warmness ferociously snore seeing your nudity standing by my euphoria I woke up with your fading being my lightouse in the dark and time changed it all it pushed my dots and commas it smacked my smoky illusions my meaningless wanderings You won't return to my open door so I silently tell the wind to tenderly explode you around as breeze, as a kiss, as the me I couldn't be as my deepest wish my animalistic prayer lost in a forever I will never forgive Aldo Quagliotti, Cavalo Nero, page 11 #poems #London

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se você tiver que me dar um nome chame-me Atlantide submerja-me inteiramente e deixe que eu me torne um conto que o meu espírito encarne essas palavras sabe, para mim bastaria esfregar seus pés para ver aparecer o gênio e os meus três desejos seriam que ele fosse feliz que sua alma sorrisse que amasse todas as suas circunstâncias pegue essa areia que lambe os pulmões o dia murcho e os violinos desafinados faça com que eu pare de escrever se para cada sílaba meu coração deve desmoronar sabe, estes homens querem me atravessar de um lado a outro, como uma ponte e permanecer apenas por um instante esta combinação absurda de mim perdido em um nanossegundo e a sombra deles que me pisca este poema é veneno e como ao veneno me acostumo a uma imortalidade deliciosa gole após gole como uma sopa de repolho preto como uma janela quebrada que reflete o mar Aldo Quagliotti, "Cavalo Nero", page 13

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